Autoestima | O Poder das Palavras.

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  Sempre se ouviu falar no poder das palavras, mas avaliar a dimensão delas e seus efeitos na vida de alguém é praticamente impossível, por isso é preciso extrema cautela ao se manter conversações, principalmente com pessoas que estão com a autoestima baixa.  É muito difícil saber o que se passa na mente do outro e qualquer palavra mal colocada, maldita, por assim dizer, pode desencadear uma série de consequências inesperadas. Em matérias feitas em meu blog Pura Cultura eu falo muito em processos depressivos e em como a depressão pode afetar o ser humano. Você poderá ler esta matéria NESTE LINK. Enquanto muitos pensam que é “frescura”, a Organização Mundial de Saúde – OMS, encara a Depressão como o mal do século XXI, uma doença de fato.

   Tão importante quanto distinguir alguém em processo depressivo é saber lidar com a situação e isto exige cuidado nas palavras. Quando falamos em autoestima é preciso lembrarmos que ela deve estar em perfeito equilíbrio; nunca deve estar elevada demais a ponto de sofrermos frustrações provenientes de algum fracasso pessoal e nem estar baixa demais a ponto de nos conduzir ao fracasso antecipado. Todos nós enfrentamos momentos de baixa ou alta estima, mas estas variações são normais, onde a oscilação não perdura e logo tudo se restabelece, mas quando somos empurrados para o alto ou para baixo, ai começam os problemas.

  Um indivíduo que está com baixa-autoestima encontra-se fragilizado e sente-se incapaz de retomar suas ações porque há uma tendência muito forte daqueles que estão neste estado entrarem em depressão.  É comum pessoas depressivas se sentirem impotentes, fracas e desmotivadas. Elas são tendentes a isolar-se, mergulhar na inércia e no limbo afim de “pensarem”.  Para quem está de fora é fácil opinar e muitas vezes as pessoas, ainda que com boas intenções, digam as palavras erradas e ajudem a afundar ainda mais aquele que está depressivo.

  Julgar as ações, as condições ou mesmo as palavras de alguém que sente-se mergulhado em um poço sem fim não adianta, não ajuda e o pior, prejudica mais ainda.  Para quem encontra-se assim, a melhor saída para quem deseja de fato ajudar são as soluções concretas. Parar para ouvir e apenas ouvir, analisar quais os problemas estão afetando a pessoa e verificar aquilo que de concreto pode ser feito para ajudar.  As ações são bem eficazes que as palavras e quando alguém está depressivo, entende melhor o vazio do silêncio que a multidão das palavras.

   O que não deve ser feito nunca em relação ao depressivo: Se você não está disposto a ajudar, não se envolva. Se não sabe o que dizer, não diga nada. Se não consegue entender, não julgue. Se não conhece a questão á fundo, não condene.  Depressão é uma doença e deve ser tratada como tal. Conselhos e apoio são bem vindos, desde que auxiliem a elevar a autoestima do outro, nunca a colocando para baixo.

   

Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 
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